Domingo, Fevereiro 15, 2004
Aki estou mais uma vez tentando se expressar mesmo q for para boiar, ou vegetar, escutando sempre secretárias eletrônicas por que conversar com gente virou trauma, é mais simpático ouvir a voz da pessoa mecanizada, ela não sabe q foi vc quem ligou. Perdi a coragem de enfrentar o telefone, poderia dizer: ¿já perdi os que mais amava, o q tenho mais a perder¿. Num sei, perder meus inimigos, quem não amo também e viver em pária casta de antieletronicos. Sem graça, desolada, pouco humor, desanimada, pressão baixa, mas isso passa. A vida é passageira, um pouco covarde por dia , um pouco moscatel por noite. Dooidos dando risada, contando de seus sonhos, desenhos, animações, viagens psicodélicas e cada um com suas visões. Sujos, podres, bêbados, putas, dentes poucos, raciocínio rápido e sarcástico, são outras línguas em conversas q só quem está sano compreende. Uma odisséia intrapracial. Sempre estamos em praças, rodoviárias em busca de odisséias, sagas exponenciais, cada binário de litro que desce aquecendo o labirinto de inconstância fragmentadas de códigos e senhas para cada mundo. Somos sempre sapos somados a sonos e suínos. Diaas, Diamantes cegos encostados nas esquinas, de cada cabelo duro deliciando as bundas q tentam ser boas budas. Cinema mudo cinema quente, nariz e sementes hoje transgênica, óculos para televisão desligada, a tomada liga a pequeno prazo, quando um niño a segue e entrega o passaporte do parecido plural, não estás sozinho, os esquizofrênicos existem, os transes q antes não percebia, preconceitos não é somente seu. O que possui é uma carência de malícia, olhos tristes e ingênuos com medo de entregar-se. Beijos aos dias que vierem, as imagens formando-se nas paredes, aos espíritos que ainda vivem. Gia
martes, 26 de mayo de 2009
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