jueves, 30 de marzo de 2006

Seu nome é VIDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

No onibus ontem soube da paixão......soube da fragilidade, .......não apenas pela oposição que criei aos outros, mas a autodefesa que se sobrepõe....... Quem diria que a fonetica me proporcionaria conhecer VIDA..........

Hein?

tres triangulos enquadrados num retangulo com as mediatrizes formando um quarto triangulo o qual segura o olho do caos e equilibrio......

martes, 28 de marzo de 2006

Mundo das ideias

Essa noite sonhei de novo que todos eram azuis...............

Subjetiva questao

Eu me questiono sobre tanta coisa, quase entro em parafuso, crises existenciais de identidade já fazem parte da minha personalidade, mas será que isso vai dar em algum lugar?

Teorema da faculdade

Só a marvada pinga pra me sárvar.....

viernes, 17 de marzo de 2006

Pele e sombra

Olhou no espelho e não reconheceu aquele ser que imitava suas expressões, possuía uma leveza nos gestos, um olhar feminino, doce e forte, os ombros nus onde os cabelos caiam lascivos e traiçoeiros....e então surgia um sorriso recíproco, onde a empatia era compartilhada entre as almas daquela que acordou no dia anterior e a esse momento. Invade o sorriso uma mudança, uma expressão fugaz, crescente, vagarosa dominando, estourando numa gargalhada incontrolável e inconsciente dando mais vida em seu olhar. O cérebro tenta controlar-se, uma brecha para tentar entender a situação, oscilando as formas dos lábios em tristeza e em caprichos sádicos... a lucidez aumenta explodindo em choro, dolorido, questionador, mas não dura muito, não consegue emudecer os sons incontroláveis da garganta.
A tristeza lhe invade corrompendo as memórias de alegrias, tornando tudo muito flácido, cinza, plástico. Pensa que pode ser questão de momento, mas e se seus impulsos forem mais além, a ponto de não controlar-se e fazer algo ruim não só a si? Girava tudo e pensar nisso lhe fazia a cabeça doer, ainda bem que ainda sentia. Jogada a um canto do chão lia cartas, pessoas, o olhar tentando infiltrar-se naquela caverna como seu lar. Quem sabe um comprimido lhe fizesse bem. Uma garrafa de vinho e alguns comprimidos seria bem melhor. Na vitrola uma velha canção do Pink Floyd “The great gig in the sky”, assim conseguia concentrar-se no transe, na sua realidade de questões, dúvidas e verdades.
Amava e não amava. Odiava, mas queria compaixão em seu ódio. O que pensar? O que sentir? Raciocinar ficava cada dia mais difícil. Só queria ficar ali. Explodindo, desmanchando em cores. Vibrava, pendia como se o mundo balançasse. Nos sóis de soníferos o beijo tornava-se energia, cheiro e gosto confundidos, frutas e balas, sendo quase infantil. Na sua ínfima existência vivia em detalhes, estouros de emoções.
Levantara e encarou o relógio, 4:15. Faltava uma hora para a padaria abrir, mas isso não a impediu de abrir a porta para encontrar o caminho, começava seu ritual de exposição, eram raros, mas necessários. Uma brisa cortante lembra o sereno da noite, se encolhesse os ombros seria pior, faz um leve gesto de desafio com o semblante ao leste de onde vem o ar contínuo, e segue. A ponte chegara, sua rebelião. São raros os transeuntes, os carros são mais significativos em seu barulho, lanternas, sujeira. E isso a causava nojo, nojo dessa cidade fétida puta que se chama São Paulo, correndo atras de tics tics tac, trazendo a economia hipócrita à vida de seu bordel, seduzindo com longas pernas noturnas e sifilíticas a vaidade de quem quer ser alguém na vida.

A música não emudecera em sua a cabeça, mas os sons não eram exatamente canto, uma harmonia de gritos escalados quase matematicamente. O sorriso, a angustia, o balanço, o sereno copularam e sua ânsia foi deposta em berros, palavras palavrões que eram seus, o êxtase de rir da situação a maravilhara em seu momento, sentia o sereno secando seu rancor, extinguindo de leve um pouco o seu humor, sua caixa de pandora exposta. Via sob a ponte o rio sujo pincelado de vermelho, céu típico paulista, mais uma frente fria. Os carros passavam com caras de assustados ou curiosidade, mas a isso não tinha consciência, esse não era o seu foco. Tinha vontade de correr alcançar a velocidade da luz, no entanto termina seu desejo dando lugar a repressão, o teatro da sensatez, assim era ensinado em qualquer instituição.


Andar seja a melhor distração pela vontade medíocre mas relaxante de concentração do fogo, da mancha póstuma, do queimor em sua pele, cortar-se não, socos murros, puxões tb aliviavam, a autoraiva do animal a qual era e dos quais cercavam, a mente fluía (rápida) inconseqüente e queria pensar mas a obsessão era mais bela, mais rápida em seus vôos, Não me diga, eu sei bem, o que fica sempre são os amigos e conhecidos. Sei, vc não é obrigado a entender que nem eu sei o porquê, mas vivemos sem discussões, a vontade é menos acionada que o querer. A hiperatividade de sair a procura de só mais pouco de prazer, só por hoje, uma última vez. Os sons trariam guerras, ira, ranger...principalmente a tv: maldita criação do diabo. O melhor é se drogar? Não! vamos fazer cálculos, ler aldous huxley que dá o mesmo barato. E nossas “portas” serão abertas ao mesmo angulo. Assim como nietzche renasceu em Morrison e o matou. Mas quem disse que a verdade é boa por completo, que a religião não é uma desculpa para loucos. E ria dakele homenzinho que dizia ser ateu, dizendo-lhe em claras palavras que ela não tinha a razão em contraste. Só queria ir para India, ver os doidos se flagelarem, a comunidade de seres vivendo, mas hipocrisia até assim era vista nas castas. Café!! Cafeína minha heroína!!! Minha esposa, minha vida, minha filha da puta!!! És feminina na maneira que me acorda, num sufrágio de alívio, te respiro, uma bala de menta e chocolate não há serotonina que resista!! E as músicas de Beatles quando se está nostálgica pela paixão. As formas aparecendo nas paredes como em um cinema mudo.